Background - Ventrue. Filho de uma família de engenheiros responsáveis pelas grandes construções de nova york. Camarilla-fag. Iminente Gehenna. Controla o grupo, tipo mãe chata. Não ser mais viciado em jogos de azar. Nobre, sedento por posições na camarilla. Influência e controle. Quero comandar algo, como havia pensado antes, abrigos para os cainitas. Completamente na minha. Se destacar sem destoar. Sociais e mentais. Fama - Recursos - lacaios - Status. Presença e Dominação. Apenas sangue de Mulheres determinadas e auto-suficientes. Sean Anthony William. Abraçado na faixa de seus 28 anos. Até o abraço, cresceu para se tornar o sucessor da família no ramo de engenharia. Cresceu em NY, e se mudou para buffalo quando viu uma grande oportunidade surgir. Desde pequeno, foi treinado e instruído a como ser um vampiro e o que fazer com seus poderes. A família tem grandes antecedentes de ventrue, apesar de não ter um cargo na camarilla, ele possui uma grande influência. Foi mandado para buffalo para controlar os abrigos e auxiliar o controle e subjulgamento do sabá na região. Teve importância ao encontrar os esconderijos do sabá na região. Não tem problema nenhum com autoridade. Adora a camarilla, e considera um sonho obter alguma posição de valor. Eu não lembro quando minha escuridão começou. Desde pequeno, fui treinado, forçado, obrigado a aceitar minha futura condição imortal. Considerava-a uma maldição impossível. Possuir força, charme, lábia implacável? A escolha me foi dada. A escolha do esforço ou da perdição. Meu irmão e eu, logo após o berço, jogados a um coliseu de mentiras e ameaças, testes diários de força e inteligência, para nos tornarmos os melhores. Para ressurgimos novos, conforme as regras exigiam. O fracasso nos presenteava a morte. Não simples, sutil e rápida. Mas lenta, amarga, coroada pela dor do crescimento cosanguíneo, a inveja dos poderes sobrenaturais sonhados... Incontáveis foram as vezes que acordei com meu pescoço abraçado pelas mãos apertadas de meu irmão. O medo era evidente em seus olhos. Graças a sua insegurança, me garanti muito cedo. Muito pouco tive que fazer para me destacar. Hoje em dia, todas as artimanhas de meu irmão parecem tão ridículamente enfadonhas que não deveria valer a pena mencionar, mas fazem parte da minha história. Sendo favorecido ou não por alguma entidade superior, nunca tive dificuldades em superar minha barreira mortal. Meu irmão, notando nossas diferenças bem rápido na infância, lutava e esbravejava para ser superior. Treinava diáriamente, estudava absurdos, enquanto eu me fartava de noitadas e mulheres... Sempre tive força. Tanto interior, quanto física. Tudo vinha pra mim, sem esforço algum. Sabia o que responder, como agir, como mostrar exatamente o que os outros querem ouvir. É natural pra mim ver o que os outros desejam, e apenas um ímpeto interior os satisfazer. E satisfação é a garantia de um favor. Nossas diferenças físicas eram monstruosas após a adolescência. Não de beleza, afinal ele sempre foi mais bonito que eu. Mas minha superioridade intelectual e social era abismal. Não é exagero dizer que meu sorriso já nasceu para conquistar. A inveja de meu irmão apenas o cegava e o tornava insosso. Apenas quando a escolha era óbvia, e o fardo da batalha o abandonou, eu arrisco dizer que ele foi feliz. Destinado a envelhecer como um perdedor, escolheu a distância e se tornou um eremita da solidão. Treinamento forçado. Estupro mental. Subordinação. Escravidão mental. Passei tudo isso e muito mais. E abracei tudo como um ótimo escravo. Hoje vejo, uma das minhas maiores qualidades é fazer o outro acreditar que possui o controle. Apenas marionetes em prol do bem que é a camarilla. Sem a camarilla, estaríamos todos nadando no oceano da inexistência. É uma honra obedecer e seguir os preceitos da organização superior da humanidade, a estrela guia de toda ignorância. A ignorância me lembra meus dias de mortais. QUando eu quase conheci o amor. Hoje eu sei que é apenas uma fome, uma rolha para carência, passageiro, fugaz, e fácilmente sanado com sexo. Mas, literalmente, no ápice da ignorância de minha vida, fiquei a mercê de uma fêmea. Um oposto inacreditável. Ela era tudo o que era impossível de me chamar atenção. Não gostaria de entrar em detalhes, mas o carmesim do clímax desta história chega a quase me assombrar nos dias de hoje. Meu irmão, por mais bem afeiçoado e ambiçioso que fosse, nunca teria minha inata sorte. E isso é tudo que sou até hoje. Sortudo. Nada além de escolhas erradas e um dedo do que quer que seja, se vocês acreditam em destino. O que seria esforço para meu irmão era apenas um reflexo natural. As melhores saídas, as melhores estratégias, as melhores decisões, as melhores festas, as melhores mulheres... enfim. Sem esforço algum. Ao natural. No momento do abraço, não houve cerimônia, não houve protocolo. Houve um abraço e uma verdade. Não possuía família, não possuía passado, nada restava do que um dia foi. A partir daquele momento, eu era Ventrue. Um cainita que nasceu para reinar. A verdade que me foi dita não me surpreendeu de imediato, mas os anos que vieram trouxeram reflexão. Meu pai teria sido alguém que pisou no lado errado de meu mestre, que até o abraço acreditei ser meu pai. Detalhe importante que foi deixado para trás no meu treinamento, vampiros não possuem descendentes. Eles possuem uma vontade de se apropriar de alguém, para que aqueles talentos pareçam partir de si mesmo. Meu 'irmão' era uma dívida com alguém. Nós não fomos mortos por pena, mas por uma oportunidade. Nosso mestre, em um lampejo de ignorância ou inteligência, resolveu nos criar máquinas. Desde bebês, crescendo e conhecendo o que poderia a vir de um futuro mágico. E tudo isso agora é minha realidade. Minha vida humana começou na Europa, em meados de 1800. E só isso me foi passado. Quando ainda era um bebê, fui trazido para Nova Yorque, para tutela de meu mestre. E a vida tem sido esta desde então. Meu trabalho é comandar e obedecer. Cumprir e transformar. Acatar e desafiar. Após o abraço, nunca mais vi meu irmão, e algum tempo depois, meu mestre se foi. Há quem diga que foi uma missão que o levou para longe, mas eu não consigo mais o sentir neste mundo. Antigamente, não importava onde ele estivesse, eu o sentia dentro de mim. Talvez um medo irreal, ou mesmo apenas respeito sobrenatural, não tem como identificar o sentimento. Mas quando ele se foi, tudo se acalmou aqui dentro. E eu descobri que estaria sozinho. Vi Búffalo nascer, crescer e se empanturrar de domínio Sabá. Vi príncipes descabeladamente calmos perante a situação, e mais uma vez a solução pousava nos ombros de um Ventrue. Durante alguns anos na cidade, meu objetivo foi conhecê-la. Cada canto, cada abrigo, cada esconderijo. Descobria chiqueiros do sabá e protegia a família. O sangue em minhas mãos é espesso. Com o surgimento das 'cruzadas' contra o sabá, resolvi destribuir meus conhecimentos, e entreguei todos os pontos e localizações importantes para Oliver. Ele sempre me lembrou me mestre, mas infelizmente seu intelecto era bastante reduzido. Por ganância e falta de um planejamento melhor, e ouso arriscar que por medo das minhas habilidades de herança, seu plano para tomar o lugar do príncipe falhou, e eu tive q me contentar em assistir sua queda. Só evitava deixar que levasse os Ventrue para consigo. Agora aguardo, paciente, uma oportunidade. Os ventrue se tornar~]ao novamente o que já foram outrora. E os que duvidarem, que apenas observem calados.